Resenha Filme | O Doador de Memórias

O Doador de memórias (baseado no livro “O Doador”) conta a história de Jonas vive em uma sociedade perfeita. Sem sentimentos intensos, sem desigualdade, sem cores(sim, é tudo preto e branco D:) e sem dor, não existem problemas ou situações conflituosas entre seus membros, que mantêm tudo em ordem com muita dedicação, cada um desempenhando seu papel social da melhor maneira possível.
Ao completar 12 anos, cada uma das crianças é indicada, em uma grande cerimônia, que fala o emprego ou o posto que a pessoa deverá assumir na vida adulta, começando o treinamento para se tornar parte ainda mais ativa daquele núcleo sistemático e eficiente.
Sua Mãe trabalha com a lei, enquanto seu Pai cuida das crianças novas até que estejam prontas para serem distribuídas para famílias solicitantes – porque, claro, apenas poucas pessoas selecionadas são responsáveis por dar à luz. E a verdade é que Jonas não tem a mínima ideia do que o espera, mas, certamente, nem suas fantasias mais loucas o ajudariam a adivinhar o que estava por vir.
Depois de certo mistério e desconforto durante a Cerimônia, Jonas descobre que foi cuidadosamente escolhido para receber uma grande honra: ele será o próximo Recebedor de Memórias. O que isso significa? Basicamente que ele, agora, será o responsável por manter dentro de si todo o conhecimento do passado que a comunidade não tem – para os demais só existe o presente, mas para Jonas passará a existir todo um passado complexo e igualmente incrível e doloroso.
Só que com grandes poderes vêm grandes responsabilidade, e seu novo cargo requere um isolamento e preparo que ele não estava esperando. Mas, aos poucos, a ideia começa a assentar e ganhar o interesse do jovem rapaz.
Nos encontros com o atual Recebedor, o único ser da comunidade que tem noção de todo o passado que a humanidade viveu, Jonas começa a entender a extensão de seu poder e descobre que junto com as memórias agradáveis é preciso receber também as piores possíveis.
A cada encontro eles estreitam a relação Doador/Recebor, e o menino passa a questionar muitas coisas e a fazer descobertas incríveis(e terriveis tambem). Amor, noites de Natal, passeios na neve, mas também fome, dor e morte passam a fazer parte de sua realidade. E, conforme descobre novas coisas, cada vez mais ele se afasta daquele mundo de Mesmice.
Angustiado e inconformado, Jonas precisa escolher entre a segurança de sua comunidade e a busca por suas novas vontades, arriscando a própria vida numa tentativa de entender melhor e até mesmo mudar a ordem das coisas.Olha, sinceramente esse filme foi um dos melhores que já vi, eu não cheguei a ler o livro(não me julguem kk) mas eu já fiquei com muita vontade de compra-lo, o filme começa em preto e branco(sim, em preto e branco, então não adianta ir reclamar com o lanterninha do cinema falando que a tela tá com problema kk) e isso me deixou meio confuso no começo, mas depois tudo faz sentido e você vai se apaixonando mais e mais pelas cenas e também pelos personagens, só o final que eu achei meio a desejar porque deixa algumas coisas em questão, mas fora isso o filme é perfeito, indico a todos. E se você já viu, comente ai em baixo o que acharam e se leram também pra eu saber se valerá a pena ler o livro ou se muda muita coisa. Fui ;)Por: Alan Rodrigues 

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Lucas, 18 anos. Altos níveis de déficit de atenção e imaginação. Fã de literatura fantástica, café e frio (: Pretende escrever um livro e morar em NYC

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