Will e Will | Crítica

A história e narrada por dois Will Grayson, um hétero e o outro não.

O Will hétero é melhor amigo do garoto mais gay da escola, enquanto o Will gay ainda está tentando sair do armário.Os dois se conhecem em uma sex shop, logo depois do Will hétero ser barrado em uma boate e o Will gay ir encontrar seu namorado virtual, mas antes de isso acontecer, eu achei a história meio parada, o desenrolar da obra demorava muito pra acontecer e enrolaram um pouco até chegarem no ponto que queriam chegar. Porém, os personagens compensam toda a “enrolação”, eu simplesmente me apaixonei pela Jane e me encantei com fabuloso amigo gay do Will heteroTiny Cooper (isso soou menos estranho na minha cabeça).

Cada personagem tem seu próprio encanto e te prende à narrativa de um jeito único. Além disso eu me identifiquei muito com os dois Will Grayson, o hétero e o gay. O livro é muito bem escrito e cada capítulo é narrado por um Will Grayson diferente, o livro me fez rir em vários momentos e com a sua narrativa simples porém retratando bem a vida dos adolescentes, eu me senti muito próximo de todos os personagens. David Levithan com certeza me encantou e sem dúvidas irei comprar mais livros escritos por ele, e o John Green, como sempre, sendo um amor.

Eu não esperaria nada além do melhor vindo do tão bem falado David e do querido John Green, e é exatamente o que esse livro é: nada além do melhor.

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Lucas, 18 anos. Altos níveis de déficit de atenção e imaginação. Fã de literatura fantástica, café e frio (: Pretende escrever um livro e morar em NYC

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