Maze Runner: Prova de Fogo | Crítica

O segundo livro da saga Maze Runner começa no mesmo ponto em que o primeiro livro, intitulado “Correr ou Morrer”, parou. Depois de conseguirem sair da clareira e serem resgatados, os meninos acham que estão a salvo,  sem saberem que esse é mais um plano do CRUEL. Além disso eles terão que participar de um novo experimento, com um cenário ainda pior e revelações tão perturbadoras quanto as do primeiro livro. É isso mesmo, eles se ferravam mais uma vez, o experimento dessa vez é: Os clareanos terão que atravessar o deserto para se salvarem, pois eles contrariam o vírus que está matando à todos, o famoso Fulgor. Além disso a nova ameaça -incluindo o próprio cruel –  são os cranks: pessoas infectadas com o fulgor que pouco a pouco vão perdendo a sanidade. 

O segundo livro é bem parecido com o primeiro, mantendo o mistérios e os segredos, fazendo você pensar no que é perigo e o que não é. Mas a diferença desse livro para o outro é que o experimento é exatamente o oposto do primeiro, digo, antes eles ficavam presos na clareira e tinham uma certa segurança, apesar dos verdugos, já agora, eles estão totalmente livres, em um mundo destruído pelo sol e rodeados de Cranks. É interessante ver como eles trabalham em equipe em um ambiente totalmente novo e desconhecido, e a evolução de cada personagem, inclusive dos novos. A história de prende e você vai ficar com uma puta vontade de ler cada página o mais rápido possível. Os personagens são incríveis e é quase impossível não sentir pena ou se apegar a eles.

Uma coisa que eu percebi e que talvez seja só uma coincidência, foi que a estrutura do livro é bem parecida com a de Jogos Vorazes, eu mesmo disse na resenha do primeiro livro que o livro não era digno de comparação, mas o fator “vamos repetir os fatos e deixar eles maiores” contribuiu muito para a minha mudança de ideia. Longe de mim dizer que o livro é uma cópia de Jogos Vorazes, eu nunca faria isso. Enfim, apesar dos mistérios permanecerem mistérios e o livro terminar do mesmo jeito que o primeiro, nos levando a ter mais dúvidas, eu considerei um livro bom. Como comprei o box com os 4 livros, vou ler todos. Não é a minha saga preferida, mas ainda sim é melhor do que muitas que estão por ai.

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Lucas, 18 anos. Altos níveis de déficit de atenção e imaginação. Fã de literatura fantástica, café e frio (: Pretende escrever um livro e morar em NYC

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